VLOG JOAO DA CAIXA

Vídeos, fotos, humor, curiosidades, opinião. E-mail: joaocarlospassari@gmail.com

19 Novembro 2009

ÊNIO VERRI, CANDIDATO A PRESIDENTE DO PT DO PARANÁ

Domingo, dia 22/11/2009, haverá eleições gerais no PT. No Paraná, Ênio Verri é candidato a presidente , tem o meu voto, e aqui peço voto ao Ênio a todos os filiados, a todas as filiadas do PT que estão acessando este blogue. É domingo, das 09 até as 17 horas.


Leia abaixo, mensagem do candidato Ênio Verri a todos os filiados.

Maringá, 19 de novembro de 2009.

Companheiro(a),

O PT é feito por cada um de nós, homens e mulheres que militam na construção de um mundo renovado, começando pelo Brasil. O governo do nosso partido, liderado pelo companheiro Lula, está melhorando a vida da população em todos os cantos do País. E como membros do PT também somos responsáveis pelo ótimo desempenho que o País tem apresentado nos últimos anos. Nosso partido mudou o Brasil para melhor.

Mudanças são antecedidas por importantes decisões, como o PED do dia 22 de novembro, quando iremos escolher nossas novas lideranças em todos os níveis.

É por este motivo que escrevo esta carta. Venho me apresentar como candidato à presidência estadual do PT – com o número 380 – e convidar os militantes paranaenses a conhecerem e apoiar as propostas da nossa chapa, "O Partido que Muda o Brasil" – número 480.

Confesso que ter a oportunidade de dirigir este partido imenso em tamanho e em caráter desperta dentro de mim entusiasmo, pela possibilidade de contribuir ainda mais para o crescimento do PT, e alegria, por ter a chance de dirigir um partido com história e ideais que se confundem com a minha vida.

Nosso principal objetivo vai ser dar sequencia aos trabalhos que a companheira Gleisi Hoffmann desenvolveu e seguir na obrigação de fortalecer o partido em cada um dos nossos 399 municípios do Paraná. Vamos nos organizar para as disputas eleitorais do próximo ano e resgatar a relação do Partido com os movimentos sociais.

É para construirmos um Partido dos Trabalhadores ainda mais forte e unido, que seja capaz de vencer os desafios que se aproximam que peço o seu voto à presidência estadual. Quero reafirmar que estou comprometido, juntamente com o companheiro José Eduardo Dutra, candidato à presidência nacional pela nossa chapa, a transformarmos as adversidades em aprendizado e as batalhas de cada militante em nossas lutas.

O PT já mudou nosso País e vai mudar ainda mais. Nossa tarefa é continuar prosperando. É por isto que espero contar com seu apoio.

Sinceramente,





A CERVEJADA DO PENTA PALMEIRENSE (NÃO É PIADA NÃO)

O convite que posto abaixo não é gozação não, é uma festa que está sendo promovida há algum tempo por palmeirenses que tinham certeza da conquista do título. Na "festa do título" teria 300 caixas de brahmas. Deu zebra...




18 Novembro 2009

LINEU DA SILVA COSTA JÚNIOR É APROVADO NA PROVA DA OAB



Lineu ministrando uma palestra.

Foto: SINDAFEP















Acabei de ler a postagem do Rigon sobre os aprovados no teste da OAB, procurei para ver se tinha algum conhecido, e fiquei muito contente, pois um amigo de longa data também foi aprovado. Tratá-se do auditor fiscal Lineu da Silva Costa Júnior, que no primeiro teste já foi aprovado. Lineu é funcionário do governo do Paraná.

Fica aqui, Lineu, os meus parabéns!

16 Novembro 2009

E NO "BAILE DO AVAI" EM FLORIANÓPOLIS...

Ontem houve pela primeira vez na história de Florianópolis um Baile do Avaí numa tarde de domingo, e a música mais tocada foi esta:


15 Novembro 2009

AMERICANOS NÃO COMPRAM REMÉDIOS PARA PREVENIR O CÂNCER

Mais um artigo interessante do jornal NYT. O jornal americano critica a população que não compra remédios e nem se alimenta adequadamente para prevenir o câncer.

Pergunto: Se no EUA a população tem poder aquisitivo e não compra remédios, não se previne, imagina só o nosso Brasil?




FONTE: NYT
Muitos americanos não pensam duas vezes antes to tomar remédios para prevenir doenças de coração e derrames. Mas o câncer é diferente. Muito do que os americanos fazem para impedir o câncer não oferece resultados ou é realmente prejudicial à saúde.

Ainda assim, alguns remédios que comprovadamente combatem a doença são amplamente ignorados.

Considere o câncer de próstata, o segundo tipo mais comum nos Estados Unidos, perdendo apenas para o câncer de pele facilmente tratável. Mais de 192.000 casos serão diagnosticados este ano e mais de 27.000 homens morrerão da doença.

No entanto, há uma forma de se prevenir a maioria dos cânceres de próstata. Um amplo e rigoroso estudo mostrou que um remédio genérico, o finasterida, que custa cerca de US$ 2 por dia, pode prevenir até 50.000 casos por ano.

Outro estudo revela que um remédio parecido com o finasterida, o dutasteride, que custa US$ 3,50 por dia, tem o mesmo efeito.

Não obstante, segundo os pesquisadores, os remédios que funcionam são amplamente ignorados. E suplementos que se mostraram não apenas ineficazes, mas possivelmente prejudiciais à saúde são tomados por homens que esperam se proteger do câncer de próstata.

Conforme a guerra da nação contra o câncer continua, com pouca mudança na taxa de mortalidade do câncer mundial, muitos especialistas em câncer e saúde pública dizem que é preciso prestar mais atenção à prevenção.

Mas a prevenção se mostrou mais difícil do que muitos imaginavam. É difícil provar que algo simples como comer mais frutas e legumes ou se exercitar pode ajudar.

Além disso, como mostra a resposta aos remédios para próstata, as pessoas não parecem dispostas a tomar pílulas anti-câncer ou temem seus efeitos colaterais e não estão realmente convencidas de sua eficácia.

Outras simplesmente não sabem de sua existência.

E o câncer de próstata não é o único. Os cientistas têm o que consideram evidências definitivas de que dois remédios podem diminuir o risco do câncer de mama pela metade. Mulheres e médicos amplamente ignoram a descoberta.

FRASE DO DIA

"Tenha um caso com sua mulher antes que alguém o faça."

Millor Fernandes

14 Novembro 2009

SEXO NO FUTURO (OU JÁ NO PRESENTE?)

Eu acho que filme representa a realidade de hoje, e não do futuro.

video

E APÓS O JOGO CONTRA O SPORT..


UM CORINTHIANO QUEIMANDO A LÍNGUA

Só podia partir de torcedor de time fracassado mesmo que só ganha título de segunda linha.

OBRA DO RODOANEL DESABA . SERÁ QUE O PSDB IRÁ CONVOCAR O SERRA PARA EXPLICAR O ACIDENTE?

Nada como um dia atrás do outro. Há poucos dias houve um grande blecaute, e a grande imprensa, a turma do PSDB/DEM caiu matando, querendo convocar a ministra da casa civil Dilma para tentar desgastar o governo e a sua candidatura. Hoje aconteceu um acidente grave na obra do rodoanel. Será que os tucanos vão levar o governador Serra na assembléia para explicar o grave acidente?

LULA FALA SOBRE A EDUCAÇÃO

O presidente Lula comenta que a educação vai melhorar, incluindo cada vez mais pessoas  pobres nas universidades, se o Estado brasileiro for forte. Ele também fala de economia, tira uma com o Caetano Veloso. Um vídeo que merece ser visto.

COMÉRCIO DA CHINA PREJUDICA MANDAGUARI


Lendo o Blog do Luis Nassif  vejo uma postagem sobre uma cidade vizinha , Mandaguari. O Blog está informando que a maior empresa de Mandaguari, a Romagnole estaria preparando a demissão de vários funcionários, e o motivo alegado seria a impossibilidade de se competir com produtos chineses.

Leia a nota completa abaixo:

"Mandaguari é uma cidadezinha de 32 mil habitantes no norte do PR, entre Londrina e Maringá. A cidade ‘vive’ em função da Romagnole, tradicional fabricante brasileiro de materiais elétricos.
Tive notícia ‘quente’ hoje que a empresa prepara um agressivo plano de demissões, em função de não estar tendo sucesso em competir com produtos similares chineses, bem mais baratos.
A empresa foi criada na cidade em 1962 e cresceu junto com Mandaguari. É daquelas empresas profundamente presente na comunidade.
O país tem que conseguir proteger de alguma forma uma indústria e uma cidade como esta de concorrencia predatória de empresas que estáo do outro lado do mundo, senão vamos pagar um preço bem caro em um futuro próximo."

CARLOS PIO : POR QUE DILMA SERÁ A NOVA PRESIDENTE

FONTE: ESTADÃO


Por que Dilma será a nova presidente


Daqui há exatos 12 meses os brasileiros vão escolher o seu novo presidente. Poucos analistas parecem ter dúvidas de que teremos segundo turno e de que este será disputado pela candidata do presidente Lula, a ministra Dilma Rousseff, e por um dos candidatos do principal partido da oposição, provavelmente o governador José Serra. Mas quase ninguém arrisca um prognóstico sobre o pleito, cautela essa provocada pelo que parece ser uma disputa apertada entre dois candidatos "sem graça", tecnocratas de cabeça e coração. Eu vou arriscar: Dilma ganha de Serra (ou Aécio Neves) no segundo turno, com folgada margem. Vou explicar por quê.














Para começo de conversa, é fundamental enfatizar como o processo de seleção dos candidatos presidenciais afeta o desenlace da campanha. No nosso caso, demonstra o quanto a democracia brasileira ainda é dominada por indivíduos que estão no topo das organizações partidárias (e não por regras institucionalizadas). Em si mesmo, esse fato limita um verdadeiro debate de ideias sobre os problemas nacionais e sobre as diferentes alternativas existentes para resolvê-los. Dilma foi escolhida por uma única pessoa - o presidente Lula -, possivelmente após ouvir a opinião de alguns de seus conselheiros mais próximos. Serra será (ou não!) candidato a partir de uma decisão individual sua, à qual os dois partidos que o apoiam (PSDB e DEM) acederão sem maiores questionamentos. Se ele preferir não se candidatar a presidente, como em 2006, Aécio assumirá o posto também por decisão individual - mesmo que sob forte pressão dos aliados. Nesse processo terão sido ouvidas, talvez, quatro ou cinco outras pessoas. Ciro Gomes e Marina Silva se autodeclararam candidatos e suas legendas aceitaram - esta última tendo, por sinal, saído do PT com esse propósito.

Em suma, em todos os "partidos" a escolha do candidato a presidente se dará de forma não institucionalizada e, por conseguinte, sem debate público sobre as diferenças entre os eventuais postulantes no que diz respeito aos diagnósticos de nossos principais problemas e ao conteúdo das soluções que virão a propor. O eleitor também não saberá de antemão a diferença entre os candidatos no que concerne à governabilidade - isto é, como o eleito articulará sua base de apoio congressual e seu Ministério para viabilizar as ações do governo. Assim, a decisão do eleitor será tomada sob forte névoa de incerteza.

Sem debate público interno aos partidos, sem processo institucionalizado de escolha dos seus respectivos candidatos e sem um mínimo de clareza sobre a montagem futura das alianças políticas necessárias para governar, as eleições tendem a assumir um caráter ainda mais plebiscitário do que normalmente ocorre em regimes presidencialistas. Plebiscitário aqui assume o sentido de julgamento dos méritos do atual governo, desconsiderando a oposição. Destituí-lo, pela rejeição à candidata do presidente, representa incorrer em grau ainda mais acentuado de incerteza e insegurança para todo eleitor que tem algo de substancial a perder com a vitória da oposição - uma Bolsa-Família, uma tarifa de importação elevada, um subsídio tributário, uma vaga em universidade federal ou bolsa do governo federal, um emprego em empresa estatal ou de capital misto.

Um plebiscito sobre a renovação do mandato do grupo político do presidente será decidido em função do apoio do eleitor mediano (aquele que separa a distribuição dos votos de todo o eleitorado entre 50% + 1 e 50% - 1) à seguinte questão: "Você concorda que as coisas estão claramente melhores hoje do que no passado recente?" Esse foi o sentimento que marcou claramente as eleições de 1994, 1998 e 2006, todas vencidas pelos governos da ocasião. E parece-me razoável supor que tal sentimento é característico de períodos em que 1) a inflação está sob controle, 2) o governo tem capacidade de manejar os instrumentos de política necessários para dar um mínimo de segurança e estabilidade diante de um contexto externo instável e ameaçador, 3) há perspectiva de crescimento econômico e de queda do desemprego, 4) o gasto público e as políticas sociais focalizadas nos mais pobres estão em expansão. É isso o que vivemos hoje, não?

Pois bem, em tal conjuntura tão favorável ao governo o melhor que a oposição oferece é dar seguimento às políticas correntes e prometer mais eficiência administrativa e menos corrupção! É pouco, muito pouco! A oposição precisa ter propostas novas e capacidade para convencer o eleitorado de que elas são necessárias, viáveis e urgentes. Mas como fazer isso sem debate intrapartidário aberto e institucionalizado, assentado na diferença de diagnósticos e soluções? E como "testar", antes do pleito, o potencial eleitoral das ideias e os riscos embutidos nas novidades sem realizar prévias?

Afinal, alguém aí sabe o que Serra e Aécio pensam sobre os problemas nacionais? Alguém acha que algum deles ousaria propor mudança de rumos em relação ao que Lula vem fazendo? O que eles farão em relação a Bolsa-Família, câmbio com viés de apreciação, Mercosul paralisado, protecionismo comercial excessivo, política industrial e tecnológica concentradora de renda, educação de mal a pior, malha de transportes precária, regulação arcaica do setor de energia, infraestrutura em frangalhos e política externa terceiro-mundista? Algum deles propõe privatizar o que ainda está nas mãos do governo federal? Algum deles propõe que o Mercosul feche um acordo de livre-comércio com os Estados Unidos ou a China, como fizeram México e Chile?

Sem que as diferenças sejam explicitadas o eleitor mediano não aceitará correr o risco de votar na oposição.

E o tempo para esse debate já terminou! 

Carlos Pio, professor de Economia Política Internacional da 
Universidade de Brasília (licenciado), é pesquisador visitante 
da Universidade de Oxford, Inglaterra. E-mail: crpio@unb.br

 
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